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A Ciência Comprova Dezembro 25, 2008

Arquivado em: Artigos — allancom2l @ 3:14 pm

O relacionamento com Deus, como já dissemos, o caminho mais objetivo para o cultivo da espiritualidade, se processa através de um caminho também objetivo, que é a oração, uma forma individual de meditação que busca um contato transcendente com a Pessoa de Deus.
Acreditamos também, que pela oração, Deus se manifesta e age interferindo nos distúrbios humanos provocados por várias situações difíceis ao longo de nossa vida.
Científicamente, alguns estudos recentes têm confirmado que isto é verdade e funciona.

“Nos Estados Unidos, uma pesquisa recente revelou que 79 das escolas de medicina do país oferecem cursos sobre oração, espiritualidade e cura. Essa explosão de interesse na oração e na espiritualidade tem-se verificado crescente nos últimos 20 anos, uma vez que no início da década de 1980, apenas três escolas ofereciam aulas sobre o poder de cura da oração.

Os pesquisadores conduziram aproximadamente 200 estudos sobre a oração e a cura. Cerca de dois terços desses pacientes têm mostrado resultados positivos em pacientes com dores no peito, doença cardíaca e AIDS.”4

Conclusão
Parece que os conflitos existenciais crescentes, produzidos por uma sociedade excessivamente materialista e consumista, têm produzido enfermidades emocionais e psíquicas acima de níveis suportáveis e compreensíveis.

A resposta para o enfrentamento desta demanda, muitas vezes escapa ao controle da medicina, da psiquiatria, da psicologia, da terapia.
As pessoas estão sofrendo cada vez mais intensamente; sofrem de males cuja causa lhes parece inexistente; e este sofrimento tem produzido ruptura insuportáveis nas relações humanas.

O desenvolvimento da espiritualidade entra neste momento, como uma espécie de filtro emocional, enaltecendo todas as nossas potencialidades e minimizando todas as nossas impossibilidades.
Tudo isto através de um caminho absolutamente disponível: O relacionamento com Deus.

Bibliografia
Marcos De Benedicto, Revista Vida e Saúde (Fé no Laboratório), p. 34
MarkFinley, A Oração Faz a Diferença (A Oração e a Medicina), p. 18

 

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