A ciência confirma: Crer em Deus faz bem.
Já em 24 de junho de 1996, a Revista Time noticiou em matéria de capa:
Pessoas religiosas que passam por cirurgias do coração têm mais chances de sobreviver.
A pressão sangüínea de quem freqüenta a igreja é 5mm mais baixa do que a daqueles que não o fazem.
Indivíduos religiosos que vão à igreja regularmente têm menos depressão.
O índice de suicídio é quatro vezes maior entre os não-freqüentadores de igreja.1
Pessoas têm descoberto, ao longo dos séculos, que a espiritualidade faz bem.
Pesquisas indicam que a espiritualidade é boa para a saúde.
Tempos atrás seria difícil imaginar um cientista de prestígio apoiando esta idéia, uma vez que isto era arriscado até mesmo para o seu prestígio e carreira. Muito menos pesquisas eram realizadas nesta área pelos mesmos motivos.
No entanto hoje, a situação já é bem diferente.
“Uma explicação para esse novo interesse tem que ver com a química do cérebro. A fé é intangível, mas a química cerebral pode ser testada e medida. David Felten, chefe do Departamento de Neurobiologia da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, diz que ‘qualquer coisa relacionada com meditação e controle mental que altere a atividade hormonal tem o potencial de causar impacto no sistema imunológico”.2
Os benefícios da espiritualidade são muitos, dentre os quais, citamos os que seguem:
A religião nos assegura que Deus está no controle. É bom saber que alguém governa o Universo, a nosso favor, e que esse alguém não despacha na Casa Branca ou no Plácio do Planalto.
- A religião nos eleva para além de nós mesmos. Ela preserva o mistério da vida, incentiva à reverência e leva à adoração. Num ótimo livro intitulado Quem Precisa de Deus (Imago), o rabino Harold Kushner oberva que a tecnologia é a inimiga da reverência. Idolatrar, segundo ele, é celebrar o que é artificial como a maior conquista do mundo. Isso é errado porque, além de ser uma forma indireta de nos autogovernarmos, tomando o lugar exclusivo de Deus, nunca nos ajudará a crescer em direção ao Infinito.
- A religião reduz o peso da solidão. Vivemos na era do indivíduo. Muita gente sai cedo de casa e depois se associa a todo tipo de clube para compensar o isolamento. Multidões vão aos shoppings para ver pessoas, e não vitrines. Porém a vida religiosa é essencialmente comunitária.
- A religião oferece um ambiente menos estressante. Em geral, as igrejas são locais de cooperação e companheirismo. Além disso, a religião costuma separar um dia para a meditação e o louvor, longe do escritório e do celular.
- A religião mostra que somos especiais. Fomos criados à imagem de Deus e comprados por uma fortuna. Isso reforça a auto-estima.
- A religião garante que o Bem vencerá o Mal. Ela estabelece um referencial absoluto para nós. Por exemplo, dirigir acima do limite de velocidade é errado porque as pessoas assim o convencionaram, mas matar é errado porque contraria eterna Lei do Amor. Deus é garantia de justiça.
- A religião tem uma solução para a culpa. É o perdão. Num nível mais profundo, só Deus pode saldar nossa dívida e devolver-nos a paz. Afinal, quando você está endividado, tem de procurar recursos externos, não é?
- A religião proporciona conforto nos momentos difíceis. A fé não elimina a dor e os fracassos, mas garante a presença de Deus ao nosso lado. Há situações que não gostamos de enfrentar sozinhos.
- A religião oferece a terapia da prece. Ao abrirmos o coração a Deus, tomamos consciência da nossa situação, e as coisas começam a mudar.
- A religião dá sentido e coerência à vida. Ela é um modo de ver. Uma forma de percepção. Geralmente, a pessoa religiosa é mais realista e otimista.3
É preciso destacar ainda que quando falamos em espiritualidade existe a pessoa (o receptor) e Deus (a Fonte única e mais objetiva na busca espititual); a igreja com os seus rituais, a oração, a confissão e outras ‘práticas’ religiosas, são o caminho para aproximar o ser humano de Deus e aprofundar este relacionamento tornando-o real e acessível